(07.11.2019) Esta quinta-feira (07/11) foi um dia bastante diferente para os novos peritos e técnicos do Instituto Geral de Perícia. Diferentemente da rotina do trabalho que deverão exercer daqui a cerca de dois meses, dos 59 membros do curso de formação, apenas dois tiveram experiência anterior com armas.

A rotina do trabalho dos peritos que prevê a observação, registro, coleta, análise e avaliação de vestígios relacionados ao fato delituoso, deu lugar ao manuseio de armas. Montar, desmontar, limpeza e manutenção, além é claro do exercício de tiro ao alvo para a maioria deles o dia pareceu, no mínimo, estranho a tudo o que se poderia esperar do ingresso na Academia de Perícias.

Durante dois dias, os novos Peritos e Técnicos do IGP receberam uma carga de conhecimentos dos instrutores Subtenente Cirino e Subtenente Edmilson. Foram 18 horas de aula teórica e 20 horas de aula prática, onde segundo o Sub Cirino, eles aprenderam até mesmo os nomes das peças de um revólver calibre 38 e de uma pistola .40.

O curso não trata apenas do manuseio das armas, mas muito especialmente sobre técnicas de defesa, procedimentos de segurança, panes e a responder a uma injusta agressão. O porte a guarda de uma arma de fogo recebeu um capítulo especial no currículo.

 

Os peritos do Estado de Santa Catarina passaram a ter direito ao uso de armas de fogo a partir da promulgação da Lei 15.156/2010. A justificativa é de que, embora responsáveis por atividades preponderantemente técnica laboratorial, também são acionados para atuarem diretamente na cena do crime, num ambiente geralmente complexo e sujeito a toda sorte de ocorrências.

Todos os membros das duas turmas, de acordo com o Subtenente Cirino foram aprovados. “À princípio se mostravam bastante receosos, mas rapidamente se adaptaram com o barulhento ambiente do Estande de Tiros da Polícia Militar”. Destes, apenas um recebeu instrução no Exército Brasileiro durante o serviço militar e outro possui arma em casa. Os demais não tiveram qualquer contato anterior.

A Médica Legista Mariana Vilela Veiga achou superinteressante a experiência e revelou que já havia atirado antes, mas sem munição real. Para ela, o mais importante foi conhecer o volume de regras de segurança que o porte de armas exige.

 

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação SSP (ASCOM)

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